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Sorriso, MT

Presidente e vereadores solicitam micro-ônibus adaptado para APAE de Sorriso

O requerimento é de autoria do presidente Rodrigo Matterazzi e dos vereadoresBrendo Braga, Prof.ª Silvana Perin, Toco Baggio, Emerson Farias e Gringo Do Barrreiro s

Fotos: Internet/keli Santin

O presidente do Poder Legislativo, vereador Rodrigo Matterazzi (Republicanos), juntamente com os vereadores Brendo Braga ( Republicano), Prof.ª  Silvana Perin (MDB) Toco  Baggio (PSDB). Emerson Farias (PL,) e Gringo Do Barreiro (PL) tiveram ro Requerimento nº 184/2025 aprovado durante sessão ordinária. A propositura solicita a aquisição de um micro-ônibus adaptado para cadeirantes, destinado à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Sorriso. O documento foi encaminhado ao senador Jayme Campos, ao secretário de Segurança Pública do Estado, coronel Cesar Augusto Roveri, e ao deputado estadual Dilmar Dal Bosco.

A proposta visa solucionar um desafio crítico enfrentado pelos alunos da instituição muitos deles cadeirantes, que têm sua frequência escolar e acesso a terapias prejudicados pela falta de transporte adequado. Atualmente, a dificuldade de locomoção limita a participação desses indivíduos em atividades educacionais e sociais, impactando diretamente sua inclusão e qualidade de vida.

O veículo adaptado, equipado com plataforma elevatória e espaço para cadeiras de rodas, garantiria um transporte seguro e digno, eliminando barreiras e facilitando o acesso a serviços essenciais. A APAE de Sorriso atende pessoas com deficiência intelectual e múltipla, desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento e no apoio às famílias da região.

Matterazzi destacou que “investir na APAE é investir no futuro e na dignidade” de centenas de pessoas que dependem da instituição. A medida reforçaria o compromisso do poder público com a inclusão, assegurando o direito de ir e vir com autonomia.

Agora, o requerimento depende da análise dos órgãos citados e da viabilidade orçamentária para a compra do veículo.

Fotos: Internet/keli Santin

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Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e pede indenização de R$ 100 mil por dano moral coletivo. A entidade alega que declarações feitas pelo gestor durante um ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) atingiram a honra de professores e estudantes de universidades públicas de Mato Grosso. A petição inicial foi protocolada em 20 de outubro e tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Além da indenização, a associação solicita a retirada de vídeos com o discurso e uma entrevista posterior publicados nas redes sociais do prefeito. O episódio ocorreu na noite de 13 de outubro, durante a inauguração da chamada “Casa 22”, espaço de mobilização de apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Na ocasião, Abilio mencionou estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Unemat, associando-os ao uso de maconha e cocaína. No discurso, o prefeito também utilizou a expressão “porcaria” ao se referir ao que, segundo ele, estaria instalado nas universidades públicas. Em seguida, mencionou a figura de um integrante de facção criminosa que ameaçaria um pastor e elogiou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito. Para a Adunemat, as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e atingiram coletivamente os profissionais da educação. A entidade sustenta que Abilio direcionou as falas a uma categoria identificável, sem apresentar fatos concretos que comprovassem as acusações. A ação também cita declarações posteriores nas quais o prefeito teria sugerido que estudantes poderiam demonstrar apoio político a um candidato para evitar prejuízos acadêmicos causados por professores. A associação afirma que as manifestações fazem parte de uma sequência de ataques à comunidade universitária. Pedido de retirada dos vídeos Além da indenização, a Adunemat pede, em caráter de urgência, a remoção das publicações relacionadas ao discurso e à entrevista. A entidade solicita multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da determinação, caso ela seja concedida pela Justiça. No pedido principal, a associação requer que os vídeos sejam removidos definitivamente dos perfis mantidos pelo prefeito nas redes sociais. Também pede que Abilio seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil, com destinação dos recursos a programas da Unemat voltados à defesa da liberdade acadêmica. Como alternativa, propõe que o valor seja encaminhado a um fundo previsto na legislação. A entidade argumenta que a divulgação das declarações, inclusive pelo próprio prefeito, ampliou o alcance das falas e os possíveis efeitos sobre a imagem dos docentes. A petição aponta que o vídeo havia sido amplamente compartilhado nas redes sociais e repercutido em veículos de comunicação. A Adunemat afirma que não pretende impedir críticas às universidades, mas questiona a associação de professores e estudantes a práticas criminosas sem indicação de fatos específicos.