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Sorriso, MT

WhatsApp deve ser usado por 60% dos consumidores durante a Black Friday

Recorde de R$ 9,38 bilhões no e-commerce confirma mudança no comportamento do consumidor e impulsiona estratégia das empresas

“O clique no WhatsApp virou a porta de entrada para as maiores promoções do país — e para um novo modelo de compra.”

A cena já é conhecida: meia-noite chegando, telas acesas, alertas pipocando e consumidores prontos para aproveitar ofertas que duram poucos minutos. A Black Friday, antes apenas um reflexo da liquidação americana, tornou-se um dos maiores movimentos de consumo do Brasil — e agora tem um protagonista claro: o WhatsApp.

Entre 28 de novembro e 1º de dezembro de 2024, o país registrou números impressionantes. De acordo com dados da Neotrust, foram movimentados R$ 9,38 bilhões no e-commerce, um crescimento de 10,7% em relação ao ano anterior. O volume de pedidos também subiu, alcançando 18,2 milhões, alta de 14%.

Com 148 milhões de usuários ativos no Brasil, o WhatsApp é hoje utilizado por 82% dos consumidores para falar com empresas e por 60% para concluir compras. A jornada de compra, antes complexa, agora acontece dentro de uma conversa fluída, imediata e personalizada.

“Anúncios de clique para WhatsApp são um divisor de águas. Eles permitem que o cliente, ao ver uma campanha no Instagram, Facebook ou até mesmo no Threads, vá direto para uma conversa com a empresa, sem precisar salvar contatos ou preencher formulários. Isso elimina barreiras e acelera a conversão”, explica Alberto Filho, CEO da Poli Digital.

O executivo reforça que, além da facilidade, o atendimento omnichannel é uma das engrenagens mais importantes dessa nova fase do varejo digital.

“Ter uma plataforma que oferece uma solução completa e integrada para atendimento omnichannel, que unifica WhatsApp, Instagram, Facebook e chats em um único ambiente, é um diferencial. Isso organiza o fluxo de clientes, personaliza o atendimento, garante respostas rápidas com chatbots inteligentes e evita consumidores desassistidos”, complementa Filho.

Mas, se para o consumidor a experiência parece simples, para os lojistas o desafio é gigantesco: é preciso atender milhares de pessoas ao mesmo tempo, sem perder qualidade e sem travamentos. Nesse cenário, entram tecnologias como chatbots, catálogos digitais, links de pagamento integrados e sistemas que monitoram cada etapa da compra em tempo real.

“A boa notícia é que hoje existem diversas ferramentas para auxiliar o empresário nessa tarefa. O Poli Pay, por exemplo, foi desenvolvido para gerenciar pagamentos de forma ágil e segura por todos os canais digitais, integrar diferentes meios de recebimento e monitorar o comportamento do cliente para reduzir abandonos de carrinho. Em dias de pico, como a Black Friday, essa inteligência pode fazer a diferença entre atingir a meta ou perder vendas”, detalha o CEO.

Desde seu lançamento, o Poli Pay já movimentou mais de R$ 7 milhões em transações, reforçando o papel da plataforma em apoiar pequenas e médias empresas no amadurecimento digital e no aumento das vendas.

Filho destaca ainda que tecnologia sem preparo humano não sustenta grandes operações:

“Garantir que o WhatsApp e a equipe estejam preparados para o pico de vendas da Black Friday e das festas de fim de ano é determinante. Quem investir em atendimento ágil, integrado e de qualidade se destacará e fidelizará clientes em um dos momentos mais competitivos do varejo”, finaliza.


✍️ Da redação do Sorriso News MT
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