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Sorriso, MT

Sorriso recebe torneio internacional de Beach Tennis com participação de campeões mundiais

Fotos: Internet

A partir de amanhã (15), Sorriso sediará uma etapa inédita do Circuito Mundial de Beach Tennis, esporte que já soma cerca de 1,5 milhão de praticantes no Brasil. As disputas, que se estenderão até o domingo (20), serão realizadas na Arena Porto Seguro e reunirão grandes nomes da modalidade em três torneios oficiais.

A programação começa com o BT 10, sem premiação e com 10 pontos para os campeões. Na quarta-feira (16), o BT 50 oferece premiação de US$ 4 mil e 50 pontos no ranking da Federação Internacional de Tênis (ITF). De 17 a 20 de julho, a principal atração: o BT 100, com premiação de US$ 10 mil e mais de 100 pontos em jogo. Ao todo, estarão em disputa mais de 160 pontos e US$ 14 mil em prêmios.

Entre os destaques confirmados está o brasileiro André Baran, número 4 do mundo e campeão mundial em 2023, que jogará ao lado de Thalison Campos. Também participará o espanhol Antomi Ramos, dono de 84 títulos mundiais, duas vezes campeão do mundo e atual quinto do ranking, que atuará com Enzo Vacchiano no BT 100 e Raul Verquietini no BT 50.

O evento conta com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel), Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (Semel) de Sorriso, da Federação Mato-grossense de Tênis, além de empresas parceiras. A competição tem chancela da ITF e da Confederação Brasileira de Tênis.

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Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e pede indenização de R$ 100 mil por dano moral coletivo. A entidade alega que declarações feitas pelo gestor durante um ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) atingiram a honra de professores e estudantes de universidades públicas de Mato Grosso. A petição inicial foi protocolada em 20 de outubro e tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Além da indenização, a associação solicita a retirada de vídeos com o discurso e uma entrevista posterior publicados nas redes sociais do prefeito. O episódio ocorreu na noite de 13 de outubro, durante a inauguração da chamada “Casa 22”, espaço de mobilização de apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Na ocasião, Abilio mencionou estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Unemat, associando-os ao uso de maconha e cocaína. No discurso, o prefeito também utilizou a expressão “porcaria” ao se referir ao que, segundo ele, estaria instalado nas universidades públicas. Em seguida, mencionou a figura de um integrante de facção criminosa que ameaçaria um pastor e elogiou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito. Para a Adunemat, as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e atingiram coletivamente os profissionais da educação. A entidade sustenta que Abilio direcionou as falas a uma categoria identificável, sem apresentar fatos concretos que comprovassem as acusações. A ação também cita declarações posteriores nas quais o prefeito teria sugerido que estudantes poderiam demonstrar apoio político a um candidato para evitar prejuízos acadêmicos causados por professores. A associação afirma que as manifestações fazem parte de uma sequência de ataques à comunidade universitária. Pedido de retirada dos vídeos Além da indenização, a Adunemat pede, em caráter de urgência, a remoção das publicações relacionadas ao discurso e à entrevista. A entidade solicita multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da determinação, caso ela seja concedida pela Justiça. No pedido principal, a associação requer que os vídeos sejam removidos definitivamente dos perfis mantidos pelo prefeito nas redes sociais. Também pede que Abilio seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil, com destinação dos recursos a programas da Unemat voltados à defesa da liberdade acadêmica. Como alternativa, propõe que o valor seja encaminhado a um fundo previsto na legislação. A entidade argumenta que a divulgação das declarações, inclusive pelo próprio prefeito, ampliou o alcance das falas e os possíveis efeitos sobre a imagem dos docentes. A petição aponta que o vídeo havia sido amplamente compartilhado nas redes sociais e repercutido em veículos de comunicação. A Adunemat afirma que não pretende impedir críticas às universidades, mas questiona a associação de professores e estudantes a práticas criminosas sem indicação de fatos específicos.