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Sorriso, MT

Sorriso: Rodrigo Matterazzi propõe eternizar memória de Gerson Bicego com busto no Parque Ecológico

A Câmara Municipal de Sorriso irá prestar uma homenagem ao ex-presidente da Casa, professor Gerson Bicego, com a criação de um busto no Parque Ecológico Municipal, local onde ele dedicou grande parte de seu tempo e carinho à preservação ambiental. A proposta foi anunciada pelo atual presidente da Câmara, vereador Rodrigo Matterazzi (Republicanos).

“O professor Gerson nos ensinou princípios como valores, moral e respeito. Queremos eternizar sua memória no lugar onde ele demonstrou tanto amor e cuidado pela natureza”, afirmou Matterazzi.

A homenagem busca reconhecer o legado deixado pelo professor, tanto na área da educação quanto na política local, além de sua contribuição significativa para o meio ambiente e a conscientização ecológica da população de Sorriso.

Câmara permanece ativa durante recesso parlamentar

Durante o anúncio, o presidente Rodrigo Matterazzi também destacou que, mesmo em recesso parlamentar, a Câmara Municipal permanece em funcionamento e preparada para atender as demandas do Executivo, caso haja necessidade de deliberação urgente.

“Se for necessário convocar uma sessão extraordinária para atender algum projeto de urgência do Executivo, todos os parlamentares serão devidamente intimados. A Câmara segue atenta e pronta para agir, mesmo no recesso”, reforçou o presidente.

 

A proposta de homenagem será formalizada e encaminhada às comissões e ao Executivo Municipal, e poderá integrar o calendário de ações da Casa no segundo semestre.

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Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e pede indenização de R$ 100 mil por dano moral coletivo. A entidade alega que declarações feitas pelo gestor durante um ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) atingiram a honra de professores e estudantes de universidades públicas de Mato Grosso. A petição inicial foi protocolada em 20 de outubro e tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Além da indenização, a associação solicita a retirada de vídeos com o discurso e uma entrevista posterior publicados nas redes sociais do prefeito. O episódio ocorreu na noite de 13 de outubro, durante a inauguração da chamada “Casa 22”, espaço de mobilização de apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Na ocasião, Abilio mencionou estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Unemat, associando-os ao uso de maconha e cocaína. No discurso, o prefeito também utilizou a expressão “porcaria” ao se referir ao que, segundo ele, estaria instalado nas universidades públicas. Em seguida, mencionou a figura de um integrante de facção criminosa que ameaçaria um pastor e elogiou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito. Para a Adunemat, as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e atingiram coletivamente os profissionais da educação. A entidade sustenta que Abilio direcionou as falas a uma categoria identificável, sem apresentar fatos concretos que comprovassem as acusações. A ação também cita declarações posteriores nas quais o prefeito teria sugerido que estudantes poderiam demonstrar apoio político a um candidato para evitar prejuízos acadêmicos causados por professores. A associação afirma que as manifestações fazem parte de uma sequência de ataques à comunidade universitária. Pedido de retirada dos vídeos Além da indenização, a Adunemat pede, em caráter de urgência, a remoção das publicações relacionadas ao discurso e à entrevista. A entidade solicita multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da determinação, caso ela seja concedida pela Justiça. No pedido principal, a associação requer que os vídeos sejam removidos definitivamente dos perfis mantidos pelo prefeito nas redes sociais. Também pede que Abilio seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil, com destinação dos recursos a programas da Unemat voltados à defesa da liberdade acadêmica. Como alternativa, propõe que o valor seja encaminhado a um fundo previsto na legislação. A entidade argumenta que a divulgação das declarações, inclusive pelo próprio prefeito, ampliou o alcance das falas e os possíveis efeitos sobre a imagem dos docentes. A petição aponta que o vídeo havia sido amplamente compartilhado nas redes sociais e repercutido em veículos de comunicação. A Adunemat afirma que não pretende impedir críticas às universidades, mas questiona a associação de professores e estudantes a práticas criminosas sem indicação de fatos específicos.