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Sorriso, MT

Homem de 37 anos é encontrado morto com sinais de violência em residência

Vítima foi identificada como Relison de Barros, conhecido como “Manu Ferrugem”; pai encontrou o corpo e policiais localizaram diversas marcas de violência dentro e fora da residência, inclusive na área da piscina.

Um homem de 37 anos, identificado como Relison de Barros, conhecido pelo apelido de “Manu Ferrugem”, foi encontrado morto nesta quarta-feira (21), em uma residência localizada na região do bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. O imóvel fica na Avenida Contorno Leste, no bairro Imperial, conforme as informações preliminares.

O corpo da vítima foi localizado pelo próprio pai, que se deparou com a situação e acionou ajuda.

Uma equipe da Polícia Militar foi chamada para atender à ocorrência. Ao chegar ao endereço, os policiais encontraram um cenário que levantou suspeitas de um crime violento.

Segundo as primeiras informações, havia diversas marcas de violência espalhadas pelo imóvel, tanto na parte interna quanto na área externa da residência. Na região da piscina também foram encontrados vestígios que chamaram a atenção dos militares.

A suspeita inicial é de que o crime possa ter ocorrido por volta do meio-dia desta quarta-feira. No entanto, o horário exato da morte ainda deverá ser confirmado pelos trabalhos periciais.

Diante da situação, a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada para iniciar as investigações. Equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) também foram chamadas para realizar os procedimentos necessários no local.

Os investigadores deverão analisar os vestígios encontrados na residência para esclarecer a dinâmica dos fatos, identificar possíveis envolvidos e determinar as circunstâncias da morte.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a motivação do crime ou possíveis suspeitos.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Mais informações em instantes, no portal Lapada Lapada.

Repórter Serginho Lapada | SBT Cuiabá

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Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e pede indenização de R$ 100 mil por dano moral coletivo. A entidade alega que declarações feitas pelo gestor durante um ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) atingiram a honra de professores e estudantes de universidades públicas de Mato Grosso. A petição inicial foi protocolada em 20 de outubro e tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Além da indenização, a associação solicita a retirada de vídeos com o discurso e uma entrevista posterior publicados nas redes sociais do prefeito. O episódio ocorreu na noite de 13 de outubro, durante a inauguração da chamada “Casa 22”, espaço de mobilização de apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Na ocasião, Abilio mencionou estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Unemat, associando-os ao uso de maconha e cocaína. No discurso, o prefeito também utilizou a expressão “porcaria” ao se referir ao que, segundo ele, estaria instalado nas universidades públicas. Em seguida, mencionou a figura de um integrante de facção criminosa que ameaçaria um pastor e elogiou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito. Para a Adunemat, as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e atingiram coletivamente os profissionais da educação. A entidade sustenta que Abilio direcionou as falas a uma categoria identificável, sem apresentar fatos concretos que comprovassem as acusações. A ação também cita declarações posteriores nas quais o prefeito teria sugerido que estudantes poderiam demonstrar apoio político a um candidato para evitar prejuízos acadêmicos causados por professores. A associação afirma que as manifestações fazem parte de uma sequência de ataques à comunidade universitária. Pedido de retirada dos vídeos Além da indenização, a Adunemat pede, em caráter de urgência, a remoção das publicações relacionadas ao discurso e à entrevista. A entidade solicita multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da determinação, caso ela seja concedida pela Justiça. No pedido principal, a associação requer que os vídeos sejam removidos definitivamente dos perfis mantidos pelo prefeito nas redes sociais. Também pede que Abilio seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil, com destinação dos recursos a programas da Unemat voltados à defesa da liberdade acadêmica. Como alternativa, propõe que o valor seja encaminhado a um fundo previsto na legislação. A entidade argumenta que a divulgação das declarações, inclusive pelo próprio prefeito, ampliou o alcance das falas e os possíveis efeitos sobre a imagem dos docentes. A petição aponta que o vídeo havia sido amplamente compartilhado nas redes sociais e repercutido em veículos de comunicação. A Adunemat afirma que não pretende impedir críticas às universidades, mas questiona a associação de professores e estudantes a práticas criminosas sem indicação de fatos específicos.