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Ônibus que seguia do Maranhão para Sinop pega fogo na BR-070, em Mato Grosso

Bombeiros utilizaram cerca de 6 mil litros de água para controlar o incêndio em Campo Verde; ninguém ficou ferido.

Reprodução

Um ônibus de viagem pegou fogo na manhã desta quinta-feira (22) na BR-070, em Campo Verde, a aproximadamente 139 quilômetros de Cuiabá. O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado para atender à ocorrência e utilizou cerca de 6 mil litros de água no combate às chamas. Não houve registro de feridos.

O atendimento foi realizado por uma equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM), acionada pelo telefone de emergência 193. O veículo estava a cerca de 37 quilômetros da área urbana de Campo Verde.

Bombeiros fizeram combate e rescaldo

Ao chegar ao local, a equipe iniciou o combate ao incêndio. Depois de controlar as chamas, os militares realizaram o trabalho de rescaldo e inspecionaram a área para identificar possíveis focos remanescentes e eliminar riscos.

Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também esteve no trecho para auxiliar no controle do tráfego durante o atendimento.

Viagem tinha como destino Sinop

Conforme as informações divulgadas, o ônibus fazia uma viagem com origem no Maranhão e destino a Sinop, no norte de Mato Grosso.

Até o momento, as causas do incêndio não foram informadas.


✍️ Da redação do Sorriso News MT

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Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e pede indenização de R$ 100 mil por dano moral coletivo. A entidade alega que declarações feitas pelo gestor durante um ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) atingiram a honra de professores e estudantes de universidades públicas de Mato Grosso. A petição inicial foi protocolada em 20 de outubro e tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Além da indenização, a associação solicita a retirada de vídeos com o discurso e uma entrevista posterior publicados nas redes sociais do prefeito. O episódio ocorreu na noite de 13 de outubro, durante a inauguração da chamada “Casa 22”, espaço de mobilização de apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Na ocasião, Abilio mencionou estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Unemat, associando-os ao uso de maconha e cocaína. No discurso, o prefeito também utilizou a expressão “porcaria” ao se referir ao que, segundo ele, estaria instalado nas universidades públicas. Em seguida, mencionou a figura de um integrante de facção criminosa que ameaçaria um pastor e elogiou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito. Para a Adunemat, as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e atingiram coletivamente os profissionais da educação. A entidade sustenta que Abilio direcionou as falas a uma categoria identificável, sem apresentar fatos concretos que comprovassem as acusações. A ação também cita declarações posteriores nas quais o prefeito teria sugerido que estudantes poderiam demonstrar apoio político a um candidato para evitar prejuízos acadêmicos causados por professores. A associação afirma que as manifestações fazem parte de uma sequência de ataques à comunidade universitária. Pedido de retirada dos vídeos Além da indenização, a Adunemat pede, em caráter de urgência, a remoção das publicações relacionadas ao discurso e à entrevista. A entidade solicita multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da determinação, caso ela seja concedida pela Justiça. No pedido principal, a associação requer que os vídeos sejam removidos definitivamente dos perfis mantidos pelo prefeito nas redes sociais. Também pede que Abilio seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil, com destinação dos recursos a programas da Unemat voltados à defesa da liberdade acadêmica. Como alternativa, propõe que o valor seja encaminhado a um fundo previsto na legislação. A entidade argumenta que a divulgação das declarações, inclusive pelo próprio prefeito, ampliou o alcance das falas e os possíveis efeitos sobre a imagem dos docentes. A petição aponta que o vídeo havia sido amplamente compartilhado nas redes sociais e repercutido em veículos de comunicação. A Adunemat afirma que não pretende impedir críticas às universidades, mas questiona a associação de professores e estudantes a práticas criminosas sem indicação de fatos específicos.