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Sorriso, MT

Central de Regulação amplia horário, mas retirada de passagens segue até 13h

Horário seguirá direto sem intervalos para almoço

Desde ontem, 30 de junho, a Central de Regulação da Secretaria Municipal de Saúde está com horário estendido. O atendimento ao público vai das 7h às 11h e das 13h às 18h, sem fechar no horário do almoço, de segunda a sexta-feira. A medida tem o objetivo de melhorar o fluxo de agendamentos e dar mais comodidade aos usuários, principalmente para serviços realizados dentro do Município.

Mas atenção, a retirada de passagens e o agendamento de procedimentos realizados para fora do Município só são feitos até as 13h. Após esse horário, não será possível, devido à programação dos ônibus e à logística de transporte organizada no período matutino.

A coordenadora da Central de Regulação, Jéssica Toniazzo ressalta que para melhor fluir o atendimento, é importante que os usuários leiam com atenção as mensagens enviadas pela equipe, informando o horário correto para comparecimento. Desta forma, evita espera e filas no atendimento.

“Retirada de passagens, agendamentos e qualquer serviço ligado a tratamento fora de Sorriso é somente até 13h. A partir desse horário, até às 18h o atendimento é exclusivo para demandas locais, ou seja, exames e consultas realizadas aqui mesmo em Sorriso”, reforça.

Portanto, os horários de atendimento da Central de Regulação seguem assim:

  • 7h às 13h – Atendimento completo, incluindo:
    ▪️ Retirada de passagens
    ▪️ Agendamentos de procedimentos realizados fora de Sorriso
  • 13h às 18h – Atendimento exclusivo para:
    ▪️ Agendamentos de exames, consultas e serviços realizados no Município

Em caso de dúvidas, procure a Central de Regulação pessoalmente ou entre em contato pelo WhatsApp (66) 9978-8441.

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Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e pede indenização de R$ 100 mil por dano moral coletivo. A entidade alega que declarações feitas pelo gestor durante um ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) atingiram a honra de professores e estudantes de universidades públicas de Mato Grosso. A petição inicial foi protocolada em 20 de outubro e tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Além da indenização, a associação solicita a retirada de vídeos com o discurso e uma entrevista posterior publicados nas redes sociais do prefeito. O episódio ocorreu na noite de 13 de outubro, durante a inauguração da chamada “Casa 22”, espaço de mobilização de apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Na ocasião, Abilio mencionou estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Unemat, associando-os ao uso de maconha e cocaína. No discurso, o prefeito também utilizou a expressão “porcaria” ao se referir ao que, segundo ele, estaria instalado nas universidades públicas. Em seguida, mencionou a figura de um integrante de facção criminosa que ameaçaria um pastor e elogiou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito. Para a Adunemat, as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e atingiram coletivamente os profissionais da educação. A entidade sustenta que Abilio direcionou as falas a uma categoria identificável, sem apresentar fatos concretos que comprovassem as acusações. A ação também cita declarações posteriores nas quais o prefeito teria sugerido que estudantes poderiam demonstrar apoio político a um candidato para evitar prejuízos acadêmicos causados por professores. A associação afirma que as manifestações fazem parte de uma sequência de ataques à comunidade universitária. Pedido de retirada dos vídeos Além da indenização, a Adunemat pede, em caráter de urgência, a remoção das publicações relacionadas ao discurso e à entrevista. A entidade solicita multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da determinação, caso ela seja concedida pela Justiça. No pedido principal, a associação requer que os vídeos sejam removidos definitivamente dos perfis mantidos pelo prefeito nas redes sociais. Também pede que Abilio seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil, com destinação dos recursos a programas da Unemat voltados à defesa da liberdade acadêmica. Como alternativa, propõe que o valor seja encaminhado a um fundo previsto na legislação. A entidade argumenta que a divulgação das declarações, inclusive pelo próprio prefeito, ampliou o alcance das falas e os possíveis efeitos sobre a imagem dos docentes. A petição aponta que o vídeo havia sido amplamente compartilhado nas redes sociais e repercutido em veículos de comunicação. A Adunemat afirma que não pretende impedir críticas às universidades, mas questiona a associação de professores e estudantes a práticas criminosas sem indicação de fatos específicos.