Nosso aprimoramento vivencial, vêm com a maturidade. Os sonhos, nesta época da vida têm enormes possibilidades de transformar em realidades. Por mantê-los eles vivos até mesmo, no ponto agudo das adversidades. Nesta época as utopias só são desfeitas com a concretização e nunca com nossas desistências.
Realmente, nossos sonhos na maturidade, são bem menos, porém os instrumentos em potencial de proprabilidade em transformações de realidades são bem maiores.
Não são labaredas gigantescas que desfaz, momentaneamente, são brasas acessas, aquecida pelo nosso intimo realizador. Prontas para transformar novamente em labaredas gigantesca. SOMOS, NA IDADE DA RAZÃO, MAIS OPERARIOS DO QUE ARTIFICIE IDEALIZADOR DE NOSSAS QUIMERAS. CENTRAMOS NO CAMPO DE BATALHA, TEMOS META E NÃO SONHADORES SEM TRINCHEIRAS, DEIXADOS AO ALENTOS PELA REALIDADE. Acreditamos mais na fantasia impregnada na luta, molhada de suor, pronta, para desencandear um processo vencedor. Ampliamos nossas atitudes, à medida que restringimos nossos horizontes, que ainda exigem sacrifício, porém num ponto estrategicamente atingível. Atiramos menos flechas no alvo, mais com perfeição na execução e segurança. Nossos olhos perdem a potencialidade, mas nossos limites de visão, exigem caminhadas cansativas e no nosso limite realizador. Não confundimos aventuras com sonhos, acreditamos neles, porque na maturidade caçamos com logística as presas mais arredias.
Hoje, não jogamos sonhos pelas janelas, jogamos os poucos que restaram dentro do sol ardente do meio dia. Manuseamos com perícias e atacamos o concreto com a força de um leão faminto. Sabemos o momento de jogar nossas armas e não atiramos apressadamente no nada. Nossas balas, são contadas e por isto, somos mais cautelosos, esperamos o vulto corporificar, para descarregar o gatilho. Sabemos o lado a nos colocar. O momento exato de desenterrar os sonhos e torná-los visíveis a todos. Nossas atitudes, nascem dentro de um santuário de contemplação e não do calor das lutas. Agimos com astucia de um guerreiro perto de sair dos fracassos como, a lua sai da noite.
Acreditamos que os sonhos despossuídos de lutas, são devaneios, porém aqueles aguerridos, armados de fé e determinação são realidades em formação.
Nossa crença, é nosso maior potencial e a capacidade de contornar e manter os sonhos vivos, até suas realizações, faz qualquer realidade morrer em nossos braços, como o sol morre no horizonte distante, porém raptado pelas nossas tiradas reais dentro da clareza solar.
JUAREZ ALVARENGA
ADVOGADO E ESCRITOR