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Sorriso, MT

Vaga aberta para Analista de Suporte em Sorriso-MT

Analista de Suporte em Sorriso-MT

Vaga aberta paraAnalista de Suporte em Sorriso-MT.

Requisitos de formação

  • Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS);

  • Administração;

  • Ciências Contábeis;

  • Agronegócio;

  • Áreas afins.

Conhecimentos e habilidades desejáveis

  • Conhecimento em informática;

  • Conhecimento em agronegócio;

  • Bom relacionamento interpessoal;

  • Disponibilidade para viagens;

  • Habilitação categoria B.

Atividades

– Atendimento ao cliente de forma remota e presencial.

Dicas para quem deseja trabalhar como Analista de Suporte

Para quem deseja desenvolver uma carreira como Analista de Suporte, investir em cursos de informática, atendimento ao cliente e tecnologia da informação pode contribuir para ampliar as oportunidades profissionais.

Conhecimentos em sistemas de gestão empresarial, suporte técnico, resolução de problemas e comunicação com clientes também são importantes para profissionais que atuam nesse segmento.

Além disso, quem pretende trabalhar com suporte a sistemas voltados ao agronegócio pode buscar capacitação em tecnologias utilizadas na gestão de propriedades rurais e empresas do setor agrícola.

Desenvolver habilidades de comunicação, organização e relacionamento interpessoal pode ajudar no crescimento profissional e na preparação para novas oportunidades na área de suporte e tecnologia.

Cidade: Sorriso-MT

Empresa: SAA Software

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Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e pede indenização de R$ 100 mil por dano moral coletivo. A entidade alega que declarações feitas pelo gestor durante um ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) atingiram a honra de professores e estudantes de universidades públicas de Mato Grosso. A petição inicial foi protocolada em 20 de outubro e tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Além da indenização, a associação solicita a retirada de vídeos com o discurso e uma entrevista posterior publicados nas redes sociais do prefeito. O episódio ocorreu na noite de 13 de outubro, durante a inauguração da chamada “Casa 22”, espaço de mobilização de apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Na ocasião, Abilio mencionou estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Unemat, associando-os ao uso de maconha e cocaína. No discurso, o prefeito também utilizou a expressão “porcaria” ao se referir ao que, segundo ele, estaria instalado nas universidades públicas. Em seguida, mencionou a figura de um integrante de facção criminosa que ameaçaria um pastor e elogiou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito. Para a Adunemat, as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e atingiram coletivamente os profissionais da educação. A entidade sustenta que Abilio direcionou as falas a uma categoria identificável, sem apresentar fatos concretos que comprovassem as acusações. A ação também cita declarações posteriores nas quais o prefeito teria sugerido que estudantes poderiam demonstrar apoio político a um candidato para evitar prejuízos acadêmicos causados por professores. A associação afirma que as manifestações fazem parte de uma sequência de ataques à comunidade universitária. Pedido de retirada dos vídeos Além da indenização, a Adunemat pede, em caráter de urgência, a remoção das publicações relacionadas ao discurso e à entrevista. A entidade solicita multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da determinação, caso ela seja concedida pela Justiça. No pedido principal, a associação requer que os vídeos sejam removidos definitivamente dos perfis mantidos pelo prefeito nas redes sociais. Também pede que Abilio seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil, com destinação dos recursos a programas da Unemat voltados à defesa da liberdade acadêmica. Como alternativa, propõe que o valor seja encaminhado a um fundo previsto na legislação. A entidade argumenta que a divulgação das declarações, inclusive pelo próprio prefeito, ampliou o alcance das falas e os possíveis efeitos sobre a imagem dos docentes. A petição aponta que o vídeo havia sido amplamente compartilhado nas redes sociais e repercutido em veículos de comunicação. A Adunemat afirma que não pretende impedir críticas às universidades, mas questiona a associação de professores e estudantes a práticas criminosas sem indicação de fatos específicos.