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Sorriso, MT

Vaga aberta para Estagiário(2 vagas) em Sorriso-MT

Estagiário(2 vagas) em Sorriso-MT

Empresa está com 2 vagas abertas para Estagiário em Sorriso-MT.

Vaga 01 – Estagiário(a) em Controle e Apoio Operacional

Atividades

  • Auxiliar no controle de ponto;
  • Realizar a entrega de ferramentas;
  • Acompanhar o gestor nas atividades em campo.

Requisitos

  • Estar cursando Agronomia, Administração ou Engenharia;
  • Possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B.

Vaga 02 – Estagiário(a) em Projetos de Irrigação

Atividades

  • Auxiliar a equipe de projetos de irrigação.

Requisitos

  • Estar cursando Engenharia Civil ou Agronomia;
  • Possuir CNH categoria B;
  • Ter noções de AutoCAD será considerado um diferencial.

Bolsa e benefícios

  • Bolsa: R$ 1.710,00;
  • Plano de saúde;
  • Bonificação anual.

Carga horária

Jornada: 6 horas diárias.

Dicas para quem deseja trabalhar como Estagiário(a)

O estágio é uma oportunidade para estudantes colocarem em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação e desenvolverem habilidades importantes para o mercado de trabalho.

Para quem deseja atuar em empresas do setor agrícola, cursos complementares de Excel, gestão administrativa, AutoCAD, projetos de irrigação e tecnologias agrícolas podem contribuir para a qualificação profissional.

Estudantes de Agronomia e Engenharia também podem investir em conhecimentos relacionados ao planejamento de projetos, acompanhamento de atividades em campo e organização de processos operacionais.

Além da formação técnica, habilidades como comunicação, organização, responsabilidade e facilidade para trabalhar em equipe são importantes para o desenvolvimento profissional durante o estágio.

Cidade: Sorriso-MT

Empresa: Specializa RH

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Leia mais

Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e pede indenização de R$ 100 mil por dano moral coletivo. A entidade alega que declarações feitas pelo gestor durante um ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) atingiram a honra de professores e estudantes de universidades públicas de Mato Grosso. A petição inicial foi protocolada em 20 de outubro e tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá. Além da indenização, a associação solicita a retirada de vídeos com o discurso e uma entrevista posterior publicados nas redes sociais do prefeito. O episódio ocorreu na noite de 13 de outubro, durante a inauguração da chamada “Casa 22”, espaço de mobilização de apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Na ocasião, Abilio mencionou estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Unemat, associando-os ao uso de maconha e cocaína. No discurso, o prefeito também utilizou a expressão “porcaria” ao se referir ao que, segundo ele, estaria instalado nas universidades públicas. Em seguida, mencionou a figura de um integrante de facção criminosa que ameaçaria um pastor e elogiou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito. Para a Adunemat, as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e atingiram coletivamente os profissionais da educação. A entidade sustenta que Abilio direcionou as falas a uma categoria identificável, sem apresentar fatos concretos que comprovassem as acusações. A ação também cita declarações posteriores nas quais o prefeito teria sugerido que estudantes poderiam demonstrar apoio político a um candidato para evitar prejuízos acadêmicos causados por professores. A associação afirma que as manifestações fazem parte de uma sequência de ataques à comunidade universitária. Pedido de retirada dos vídeos Além da indenização, a Adunemat pede, em caráter de urgência, a remoção das publicações relacionadas ao discurso e à entrevista. A entidade solicita multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da determinação, caso ela seja concedida pela Justiça. No pedido principal, a associação requer que os vídeos sejam removidos definitivamente dos perfis mantidos pelo prefeito nas redes sociais. Também pede que Abilio seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil, com destinação dos recursos a programas da Unemat voltados à defesa da liberdade acadêmica. Como alternativa, propõe que o valor seja encaminhado a um fundo previsto na legislação. A entidade argumenta que a divulgação das declarações, inclusive pelo próprio prefeito, ampliou o alcance das falas e os possíveis efeitos sobre a imagem dos docentes. A petição aponta que o vídeo havia sido amplamente compartilhado nas redes sociais e repercutido em veículos de comunicação. A Adunemat afirma que não pretende impedir críticas às universidades, mas questiona a associação de professores e estudantes a práticas criminosas sem indicação de fatos específicos.